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Plantas tóxicas para gatos

Tal como os cachorros, os gatos são animais que também costumam comer plantas para depurar o seu organismo ou adquirir determinadas vitaminas que a sua alimentação normal não lhes proporciona. Embora nos possa parecer algo normal e inofensivo, a verdade é que devemos ter muito cuidado com as plantas que adquirimos para decorar a nossa casa ou jardim, pois existem muitas bastante tóxicas para eles.

Essas plantas podem causar no felino danos dermatológicos, digestivos, neurológicos, cardíacos, renais ou, inclusive, a morte. Para evitar que isto aconteça, no Meu Pet explicamos-lhe quais são as plantas tóxicas para gatos mais comuns e o que provoca a sua ingestão no seu pet.

O que a intoxicação por plantas causa nos gatos

Em função do tipo de planta tóxica que o nosso gato tiver ingerido ou tocado, irá desenvolver sintomas diferentes. Os transtornos e problemas de saúde mais comuns que causam no felino são os seguintes:

  • Transtornos digestivos

Costumam causar problemas gastrointestinais que causam diarreia aguda, vômitos e gastroenterite hemorrágica, insuficiência hepática que causa perda de apetite e falta de ânimo (além de diarreia e vômitos), e gastrite aguda, principalmente.

  • Transtornos neurológicos

As plantas que afetam o sistema nervoso podem causar convulsões, espasmos, salivação excessiva, falta de coordenação, alucinações e, inclusive, apresentar danos oculares ou dilatação das pupilas.

  • Transtornos cardíacos

Podem aumentar o ritmo cardíaco do animal, produzir arritmias, dificuldades respiratórias e, nos casos mais graves, paragem cardíaco.

  • Insuficiência renal

Costuma apresentar os primeiros sintomas passadas algumas horas depois da intoxicação, sendo o principal os vômitos, pelo que se pode confundir com um transtorno gastrointestinal. À medida que os dias avançam e a insuficiência renal se torna mais extensa, os vômitos param e aparecem outros indícios, como perda de peso (anorexia), desidratação e depressão.

  • Dermatite alérgica

Este tipo de condição aparece por contato direto com a planta tóxica e desenvolve irritação na zona afetada, inflamação, coceira e dor intensa, vermelhidão e, inclusive, perda de pelo.

Dependendo do tipo de intoxicação e da planta, o gato pode desenvolver um tipo de transtorno ou vários. De seguida, mostramos-lhe as plantas tóxicas mais comuns em função do tipo de dano que o seu consumo ou toque causam no gato.

Plantas tóxicas para gatos - O que a intoxicação por plantas causa nos gatos

Plantas que causam transtornos digestivos, neurológicos ou cardíacos

As plantas tóxicas mais comuns que causam transtornos cardíacos, danos no sistema digestivo ou nervoso do gato são as seguintes:

  • Oleandro. Desenvolve principalmente problemas gastrointestinais, mas em função da quantidade ingerida, também pode causar dificuldade respiratória, arritmias e paragem cardíaco nos casos mais extremos. Pode causar também febre e sonolência.
  • Azaleia. Embora afete principalmente o sistema digestivo, causando diarreia, vômitos e salivação excessiva. Em pequenas quantidades, pode desenvolver também uma falta de coordenação acompanhada de alucinações. Ingerir quantidades mais elevadas pode provocar danos digestivos agudos, dificuldade respiratória, alteração do ritmo cardíaco, convulsões hipertensão, coma e, inclusive, a morte nos casos mais graves.
  • Dieffenbachia. Todas as partes desta planta são tóxicas para os gatos, pelo que pode sofrer danos após ingeri-la ou, simplesmente, por contato direto. Por contato, a planta causa transtornos dermatológicos, tais como irritação, inflamação da zona, vermelhidão ou bolhas. Por ingestão, causa ardor bucal no momento, pelo que o mas comum é que o gato a deixe de comer de imediato. Além disso, provoca inflamação da garganta, dor, inchaço do pescoço, estômago e esófago, dificuldade para engolir, salivação excessiva, vômitos, dificuldade respiratória e, nos casos mais graves, asfixia.
  • Eucalipto. Esta é uma das plantas mais fáceis de encontrar em florestas e zonas públicas com jardins, pelo que se o seu gato costuma fugir de casa ou se lhe dá liberdade total para sair, deve ter muito cuidado. Ingerir esta planta causa transtornos gastrointestinais, diarreia e vômitos.
  • Hera. Todas as partes desta planta são venenosas, em especial os seus frutos que são altamente perigosos. A sua ingestão causa tanto transtornos gastrointestinais, como diarreia e vômitos, como espasmos e aceleramento do ritmo cardíaco. Além disso, o simples contato com a pele desenvolve no nosso gato dermatite e erupções. Nos casos mais graves no quais se consume uma maior quantidade desta planta, pode causar a morte.
  • Hortênsia. São tóxicas tanto as folhas como as flores, e os sintomas mais comuns que apresenta uma intoxicação por esta planta são próprios dos transtornos gastrointestinais (diarreia, vômitos e dor abdominal). Em função da quantidade ingerida, pode afetar o sistema nervoso provocando problemas de habilidades motoras, como a falta de coordenação.
  • Jacinto. Embora as flores sejam tóxicas, a parte mais perigosa para os gatos é o bulbo. Provoca transtornos digestivos como a irritação gastrointestinal, diarreia e vômitos.
  • Lírio. Ingerir esta planta tóxica para gatos causa principalmente transtornos digestivos, como diarreia, vômitos, dor abdominal e mal-estar geral. Nos casos mais graves pode provocar hipertensão e aumento da pressão arterial do felino.
  • Maconha. Apesar de ser ilegal ter esta planta em casa, deve saber que a sua ingestão é altamente tóxica para o gato. Causa sintomas como falta de coordenação, vômitos, diarreia, babar de forma excessiva, convulsões, aumento do ritmo cardíaco e, em casos piores, coma.
  • Visco. A parte mais tóxica desta planta é o fruto e, são precisas quantidades bem grandes para causar uma intoxicação grave. Causam danos gastrointestinais que desenvolvem vômitos, diarreia e mal-estar geral no felino. Também pode provocar uma dilatação das pupilas e salivação excessiva. Nos casos em que se ingerir uma grande quantidade de frutos, os danos causados serão neurológicos e cardiovasculares, provocando dificuldade respiratória, asfixia, aumento da frequência cardíaca, taquicardia, falta de coordenação, convulsões, coma e, inclusive, paragem cardíaca.
  • Poinséttia. Uma das plantas mais comuns em casa durante o inverno e, por sua vez, uma das mais tóxicas para os gatos. Se a ingerir, pode causar transtornos digestivos que irão provocar diarreia, vômitos e dor abdominal. No caso de ter contato direto com a seiva da planta, esta causará irritação na pele e nos olhos do felino, coceira e erupções.
  • Narciso. Todas as variedades do narciso são tóxicas para gatos na sua totalidade. Pelo contato a planta desenvolve irritação na pele, enquanto que se for ingerida causa problemas gastrointestinais graves como vômitos e diarreia aguda, inflamação e dor abdominal, e transtornos cardíacos que podem levar à morte do animal.
  • Tulipa. Todas as partes da tulipa são tóxicas, a sua ingestão pode provocar no gato uma irritação gastrointestinal acompanhada de vômitos e diarreia.

Além destas plantas tóxicas, existem outras altamente perigosas para os felinos que também causam problemas digestivos, nervosos ou cardíacos: alho, damasqueiro e macieira (as sementes e caroços das frutas são tóxicos), aconitum, ligustro, tremoços, aloe, ranúnculo, castanheiro-da-índia, cebola, açafrão de outono, dedaleira, estramônio, jasmim amarelo, louro, rododendro, sambucus e teixo.

Se tem qualquer uma destas plantas em casa deverá certificar-se de que permanece longe do alcance do seu gato. Além disso, se suspeitar que o seu felino se intoxicou pela ingestão ou contato direto de alguma delas, não hesite e leve-o ao veterinário o quanto antes. Lembre-se que a gravidade dos sintomas está relacionada com a quantidade ingerida da planta e que, inclusive, algumas são mortais.

Plantas tóxicas para gatos - Plantas que causam transtornos digestivos, neurológicos ou cardíacos

Plantas tóxicas para gatos que prejudicam a função renal

As plantas mais comuns que causam uma disfunção do sistema renal nos gatos são as liliáceas (como as tulipas e os lírios) e as hemerocallis. Todas as partes de ambas as plantas são altamente tóxicas, a sua toxicidade é tanta que basta ingerir uma simples folha para desenvolver os sintomas.

No caso de morder ou ingerir um das duas plantas, o gato terá vômitos, perda de apetite e fraqueza. À medida que os danos no sistema renal avançam, o felino irá reduzir os vômitos até ao seu total desaparecimento, começará a provocar anorexia devido à falta de alimento e, pode inclusive deixar de produzir urina.

Os sintomas não são imediatos, os primeiros sinais costumam aparecer passadas duas horas após a ingestão da planta. Se não se aperceber disso, a insuficiência renal torna-se aguda passados os três dias após a intoxicação. Por isso, é imprescindível consultar o veterinário, visto que apenas o tratamento médico pode salvar a vida do seu gato.

Plantas tóxicas para gatos - Plantas tóxicas para gatos que prejudicam a função renal

Plantas tóxicas para gatos que causam dermatite alérgica

Além das plantas anteriores que provocam transtornos dermatológicos e gastrointestinais, existem outras plantas que podem causar este tipo de problemas no nosso gato. As mais comuns são as seguintes:

  • Nenúfar
  • Margarida
  • Urtiga
  • Prímula
  • Jiboia

Uma vez que o seu gato tenha o contato direto com alguma destas plantas, desenvolverá irritação na pele, erupções, vermelhidão, inflamação, coceira, dor intensa, ardor, bolhas e, inclusive alopecia localizada. No caso de as ingerir, podem provocar ardores bucais e problemas gastrointestinais.

Nos casos leves por contato, podemos tratar o dano com pomadas anti-inflamatórias que contenham cortisona, receitadas sempre por especialistas veterinários, e cobrir a zona afetada com compressas frias para acalmar os ardores. No entanto, nos casos mais graves é indispensável consultar o veterinário para que este administre ao felino por via intravenosa o tratamento anti-alérgica mais adequado.

Plantas tóxicas para gatos - Plantas tóxicas para gatos que causam dermatite alérgica

18 alimentos saudáveis que vão fortalecer o sistema imunitário de seu cachorro

18 alimentos saudáveis que vão fortalecer o sistema imunitário de seu cachorro

Quem disse que os cachorros só podem comer ração? Obviamente existem alimentos que não devem ser oferecidos a nenhum animal de estimação, como por exemplo o chocolate. Mas nem todos são proibidos.

Pensando nisso, a gente trouxe uma lista de alimentos saudáveis que podem ajudar a variar o cardápio do seu fiel companheiro:

1. Atum, sardinha e salmão (selvagem, do mar)

Peixe é extremamente benéfico, pois é rico em ômega 3.

Esse ácido graxo é ótimo para a pelagem do seu cão, pois a deixa mais brilhante e saudável. Além disso, o peixe tem muitas proteínas e vitaminas que irão fortalecer o sistema imunitário do animal.

2. Carne magra

A carne magra é altamente benéfica, pois tem muitos aminoácidos e vitaminas do complexo B.

O que significa isso?

Que seu cão terá bastante energia durante o dia – só não se esqueça de garantir a qualidade da carne.

3.Fígado

Ele tem uma função bem semelhante à da carne branca.

O fígado é conhecido como uma grande fonte de vitaminas B, A e K, além de ser uma alta fonte de ferro.

Você pode comprá-lo fresco em supermercados e cozinhar ou assar em casa.

Observação: Não exagere na quantidade de fígado que oferece ao seu cachorro, pois esse alimento, em grande quantidade, pode ser tóxico.

Não dê mais do que 1 grama de fígado fresco por quilo do peso corporal do seu animal – o consumo pode ou não ser diário.

4. Aveia

Ela é rica em fibras, o que é essencial para o seu cão (principalmente se ele já for velho), pois tende a sofrer com problemas de irregularidade intestinal.

Cozinhe a aveia antes de servir.

5. Batata-doce

Ela é uma grande fonte de vitamina B6, C, betacaroteno e manganês.

No entanto, precisa de ser cozida no vapor antes de ser consumida pelo seu cão

6. Ovo

É excelente para a dieta dos cachorros, é um verdadeiro suporte de proteínas.

7. Salsa

É uma boa fonte de betacaroteno, potássio e cálcio. Além  disso, combate o mau hálito dos peludinhos – basta adicionar algumas colheres de sopa de salsa picada na comida.

8. Pera

Pode deixar seu cão comer peras, mas sem as sementes, pois são tóxicas para eles.

9. Queijos e requeijão

O queijo é rico em gordura. Por isso escolha os que têm baixo teor de gordura.

Queijo cottage é uma ótima escolha – é rico em cálcio e proteína.

No entanto, certifique-se que o seu peludo não é intolerante à lactose antes de adicionar esse lanche à dieta dele.

10. Iogurte grego

Assim como o queijo, o iogurte grego é rico em cálcio e proteína.

Iogurtes com bactérias boas, são bons para o sistema digestivo do seu cão.

Observação: Tenha cuidado em escolher iogurtes que não contêm açúcar ou adoçante artificial.

11. Pipoca

A pipoca é um lanche de baixa caloria.

Ela contém potássio, o que é ótimo para os ossos, além de sais minerais, como cálcio, magnésio e fósforo.

Só tenha atenção para não colocar nem sal nem manteiga.

12. Linhaça

Ela é uma grande fonte de ômega-3, que é ótima para a pele e pelagem de seu cão.

Tanto as sementes como o óleo de linhaça devem ser armazenados na geladeira, dentro de um recipiente hermético e escuro.

13. Ervilhas

Elas são uma grande fonte de potássio, fósforo e vitamina B e você pode acrescentá-las na dieta do seu cachorro, no entanto, prefira ervilha natural, pois a em conserva tem geralmente muito sal.

14. Brócolis

Este vegetal é rico em vitaminas e bastante nutritivo para os cães. No entanto, você precisa garantir que a dieta do seu amiguinho não vai ter muito brócolis, caso contrário, se ele consumir brócolis em excesso, pode ter uma irritação gastrointestinal.

14. Cenouras

Elas são de baixa caloria e ricas em fibras e betacaroteno. Além disso, são maravilhosas para o desenvolvimento e limpeza dos dentes caninos.

15. Alga Nori

Esta alga é rica em clorofila, proteínas, fibras, vitamina C, E e todas as formas de vitaminas B. Além disso, em sua composição, podemos contar com a presença de minerais, como cobre e zinco, excelentes para regular o metabolismo do seu cão.

16. Fatias de maçã (sem as sementes)

As maçãs são uma boa fonte de vitamina A e C, além de fibras.

Alimentando o seu cão com fatias de maçã, você estará ajudando na limpeza dos dentes caninos, pois a maçã remove os resíduos que ficam nos dentes – não se esqueça de tirar as sementes antes de oferecer a fruta.

17. Salada de frutas

Uma boa salada de frutas para os cachorrinhos é a mistura de melão, maçã (sem sementes), banana, melancia e morango.

18. Coco e óleo de coco

São altamente benéficos para as pessoas e cães.

O coco contém ácido láurico, que destrói bactérias patogênicas e diferentes formas de vírus.

Nota: Além destas dicas que alimentos que trouxemos nesta matéria, elas não substituem a opinião de um especialista. Consulte sempre o veterinário do seu animal.

Diferentes formas de limpar os dentes de um cachorro

O aparecimento de tártaro nos dentes do cachorro indicam negligência com o seu cuidado dental. Assim como as pessoas, os nossos pets necessitam de uma higiene quase diária da sua boca.

Limpar os dentes de um cachorro não só fará com que eles fiquem mais limpos e saudáveis, como previne que caiam ou que o seu pet ganhe gengivite, entre outros problemas.

Continue lendo este artigo do Meu Pet para conhecer as diferentes formas de limpar os dentes de um cachorro

Alimentos que limpam os dentes do seu cachorro

Os alimentos estão diretamente relacionados com a limpeza bucal do seu cachorro. A ração seca de alta qualidade faz com que a mastigação desse tipo de alimento seja uma forma natural de eliminar o tártaro, uma vez que é bastante dura.

Contrariamente, a comida mole ou alimento úmido fazem com que o cachorro acumule mais tártaro, mau hálito e diarreia, especialmente se for oferecido em abundância. Este tipo de comida apenas deve ser oferecida ocasionalmente para prevenir futuros problemas na sua dentadura.

Os diferentes tipos de comida para cachorro possuem vantagens e desvantagens. É essencial nunca oferecer sobras de comida humana ao cachorro, especialmente se são alimentos doces. Eles prejudicam a sua digestão e os seus dentes.

Diferentes formas de limpar os dentes de um cachorro - Alimentos que limpam os dentes do seu cachorro

Limpar os dentes com pasta ou escova dentária

Encontrará, no mercado, uma variedade de pastas dentárias para cachorro. São produtos comestíveis, o que significa que não implicam qualquer risco caso o cachorro os ingira. Para acostumar o seu cachorro a limpar a boca com pasta dentária, é essencial começar quando ele ainda é apenas um filhote. No entanto, caso o seu cachorro seja adulto esta opção não deve ser descartada.

No início, utilize os seus dedos como escolha e passa a pasta pelos dentes e gengivas, sempre com muito cuidado. Quando o cachorro ficar mais acostumado ao processo, pode passar a usar uma escova para aumentar a higiene dessa rotina que deve ser feita três vezes por semana.

Diferentes formas de limpar os dentes de um cachorro - Limpar os dentes com pasta ou escova dentária

Limpar os dentes com brinquedos

Também existem no mercado brinquedos, ossos e guloseimas que permitem a limpeza dental do seu pet de forma mais fácil e divertida. Informe-se e aposte nos produtos que o seu cachorro mais gosta, sempre como um extra na sua rotina de limpeza bucal.

Além disso, se o seu cachorro ainda é filhote, existem brinquedos específicos para essa etapa no mercado. Esses produtos ajudam a aliviar o desconforto quando o animal troca os dentes de leite.

Diferentes formas de limpar os dentes de um cachorro - Limpar os dentes com brinquedos

Consultar um especialista

Como o cuidado dos dentes do seu cachorro é fundamental, pode optar por recorrer a um especialista que recomendará uma limpeza bucal.

O veterinário usa um aparelho de ultrassons parecido com o dos dentistas humanos para eliminar a placa, o tártaro e as bactérias residentes. A limpeza é sempre feita com anestesia geral, o que não é recomendado para cachorros idosos.

Diferentes formas de limpar os dentes de um cachorro - Consultar um especialista

Limpar os dentes com produtos naturais

bicarbonato de sódio é uma ferramenta que funciona como pasta dentária para cachorros. Basta misturar água com uma pequena quantidade de bicarbonato de sódio até obter uma massa um pouco espessa. Depois de ter a pasta feita, apenas necessita de limpar os dentes com a escova.

Se o seu cachorro tem gengivas inflamadas pode usar ervas curativas que encontra em qualquer ervanária, como por exemplo: uva de Oregon, calêndula ou aloé vera.

Diferentes formas de limpar os dentes de um cachorro - Limpar os dentes com produtos naturais

dicas caseiras para Melhorar o hálito do cachorro

Um cão que recebe amor é, portanto um cachorro amoroso que manifesta o seu carinho de várias formas, como por exemplo saltando, ficando contente quando você chega a casa, lambendo-o ou confiando em você de uma forma agradável.

Mas nestes momentos pode ser que algo se intrometa entre o afeto do seu cachorro e você, um cheiro bucal forte e bastante desagradável. Se este é o seu caso, é importante fazer alguma coisa o quanto antes, pois além de ser algo que o pode incomodar, trata-se de um sinal que indica que a saúde buco-dental do seu cachorro não é a adequada, o que é grave uma vez que uma cavidade bucal descuidada pode repercutir negativamente sobre a saúde de todo o organismo.

O que deve saber sobre o hálito do seu cachorro

A cavidade bucal do cachorro pode agir como uma via de entrada para agentes patógenos se não receber os cuidados adequados. Sabia que é muito importante limpar os dentes do cachorro?

Uma falta de higiene buco-dental pode acabar causando um excesso de placa bacteriana e esta será a principal causadora do mau hálito, sendo os cães mais pequenos os mais propensos a acumular tártaro nas suas peças dentais.

É importante tratar e prevenir o tártaro nos cachorros, pois caso contrário pode ocorrer uma infecção bacteriana, fúngica ou viral na cavidade bucal. As causas do mau hálito vão mais além da acumulação de placa bacteriana e podem precisar de um tratamento veterinário urgente.

A coprofagia (ingestão das fezes), a inflamação das vias nasais ou a diabetes mellitus também podem causar mau hálito ou halitose no cachorro.

Melhorar o hálito do cachorro - dicas caseiras - O que deve saber sobre o hálito do seu cachorro

O que fazer se o meu cachorro tem mau hálito?

Se detetar que a boca do seu cachorro cheira mal é imprescindível avaliar o estado da mesma, para descartar assim qualquer tipo de infecção que precise de tratamento antibiótico, por isso é preciso consultar o veterinário.

Seria muito perigoso tratar o mau hálito como uma simples acumulação de placa bacteriana se na realidade existisse algum tipo de infecção, apesar de o dono poder examinar visualmente a boca do animal em busca de lesões ou secreções, a avaliação deve ser feita por um profissional veterinário.

Uma vez descartada a presença de uma infecção ou outra condição, pode utilizar váriostruques caseiros que permitem melhorar de forma natural o hálito do nosso cachorro, de seguida vamos lhe mostrar quais são eles.

Melhorar o hálito do cachorro - dicas caseiras - O que fazer se o meu cachorro tem mau hálito?

Remédios caseiros para o mau hálito do cachorro

1. Salsa

Não pode oferecer salsa ao seu cachorro de forma contínua nem em doses elevadas, pois pode ser tóxico para ele, no entanto dar-lhe esporadicamente e em quantidades moderadas constitui um remédio excelente para o mau hálito.

Pode utilizá-la de duas formas:

  • Corte um pequeno talo de salsa em pedaços pequenos e adicione-o uma vez por dia na alimentação do cachorro.
  • Ferva vários talos de salsa em água ate criar uma infusão, deixe esfriar e coloque-a em um frasco com spray para pulverizar a infusão diretamente na boca do animal.
Melhorar o hálito do cachorro - dicas caseiras - Remédios caseiros para o mau hálito do cachorro

2. Cenoura

Se conseguir que o seu cachorro se entretenha roendo uma cenoura, poderá ver como o mau hálito desaparece progressivamente, além disso este alimento proporciona nutrientes muito importantes, como os carotenos, fortes antioxidantes que protegem o seu organismo contra o dano dos radicais livres.

O simples fato de roer uma cenoura estimula a liberação de saliva e permite eliminar da cavidade bucal os restos dos alimentos.

3. Guloseimas caseiras de hortelã

De certeza que o seu cachorro fica entusiasmado com as guloseimas, além disso elas são muito positivas como recompensa e reforçam o bom comportamento, sendo uma ferramenta muito útil para a aprendizagem.

Pode fazer guloseimas caseiras para melhorar o hálito do seu cachorro e, para isso vai precisar dos seguintes ingredientes:

  • Água
  • Flocos de aveia
  • Folhas de hortelã

A preparação é muito simples, deve misturar em um recipiente os flocos de aveia e a água até ter uma massa de boa consistência, depois deve lavar e cortar em pedaços as folhas de hortelã para adicionar à mistura.

Por último, forme pequenas bolas, conserve na geladeira e dê ao seu cachorro várias vezes ao dia para combater de forma eficaz e simples o mau hálito.

A alimentação e a hidratação são fundamentais

Se o seu cachorro sofre normalmente de mau hálito e se nenhuma condição que o passa estar causando foi detetada, é importante fazer tudo quanto possível para reduzir a acumulação de placa bacteriana.

Para isso, é melhor a ração seca que a comida úmida, uma vez que o alimento seco possui um efeito mais abrasivo.

Também é fundamental mudar com frequência a água do bebedouro e garantir que o seu cachorro tenham sempre água fresca e potável disponível, uma vez que através da boca se limpam e se retiram os restos dos alimentos.

Lave com frequência o bebedouro e comedouro do seu cachorro.

Dicas para tirar o tártaro em cães

Já alguma vez notou mau hálito no seu cão? Viu manchas e sujeira nos seus dentes? Se sim, então é porque o seu cachorro tem tártaro acumulado.

Se quer se informar sobre este problema, alguma forma de o prevenir e sobretudo conhecer algumas dicas para tirar o tártaro em cães, continue lendo este artigo do Meu Pet e descubra a importância da saúde oral do seu animal de estimação.

O que é o tártaro e que tipo de cães são mais propensos a ele

Na boca dos cachorros acontece o mesmo que na boca das pessoas, todos os dias os dentes se enchem de bactérias que formam placa. Além desta placa, aparecem também diversos restos de comida que se vão decompondo e sais minerais diariamente. Ao longo da vida do animal vai-se acumulando tudo isto e, tudo junto acaba por formar cálculos conhecidos como tártaro. O tártaro acumula-se principalmente no espaço que há entre a gengiva e o dente. A partir daí vai se estendendo e vai afetando o resto das estruturas bucais, podendo derivar em infecções e doenças secundárias.

Quando o nosso cachorro já tem tártaro, é impossível conseguir eliminá-lo com dieta e escovação dos dentes, pelo que é preferível agir de forma preventiva evitando chegar à formação de tártaro. A única forma realmente eficiente que oferece uma solução a fundo do problema é a limpeza bucal, como a que fazemos a nós no dentista, feita por um veterinário profissional.

Todos os cachorros podem ter tártaro, mas alguns tipos de cachorros são mais propensos a ele:

  • Nas raças de tamanho pequeno e toy, o esmalte dental é de uma qualidade mais pobre além de terem os dentes mais pequenos e juntos, algo que dificulta a limpeza normal, pelo que o processa da formação do tártaro é mais rápido.
  • Os cachorros braquicefálicos, devido à forma do seu crânio e a sua mandíbula, têm os dentes muito juntos e isto favorece a formação do tártaro e dificulta a sua limpeza.
  • Independente da raça, os cachorros com mais de 5 anos começam a ter tártaro se não o evitarmos.
Dicas para tirar o tártaro em cães - O que é o tártaro e que tipo de cães são mais propensos a ele

Quais as consequências do tártaro nos cães?

São muitas as consequências que a acumulação de tártaro tem na saúde do nosso cão. De seguida, mostramos-lhe as mais diretas e importantes:

  • O primeiro problema que se apresenta é o mau hálito ou halitose: Produz mau cheiro na boca do cachorro que às vezes se pode detectar a uma certa distância e costuma incomodar bastante, mas saiba que este é um sintoma da formação do tártaro e de outras possíveis doenças. Por isso, deve consultar o veterinário e oferecer ao seu amigo peludo alguma forma de eliminar o mau hálito e prevenir o tártaro.
  • gengivite é outro problema derivado da formação do tártaro na boca dos nossos animais de estimação. As gengivas ficam vermelhas, inflamam e pouco a pouco vão se retraindo e deixam a raiz do dente exposta. O fato da raiz do dente ficar descoberta faz com que se deteriore e se reabsorva o osso do dente, enfraquecendo a união da peça dental com a mandíbula ou do maxilar e facilitando a perda desta peça.
  • doença periodontal: Se não se prevenir o tártaro, pode ocorrer a doença periodontal, que começa com a formação deste. Começa na gengivite e halitose e, de seguida o processo avança até ao resto das estruturas da boca (raízes dos dentes, paladar, maxilar, mandíbula, etc). Por fim, ocorre a perda das peças dentais afetadas e a infeção das gengivas. Estas infecções costumam acabar em formações de abcessos que podem continuar avançando nos tecidos da boca, afetando por fim os olhos e o nariz do nosso animal de estimação. A única forma de resolver esta doença é que o nosso veterinário de confiança faça ao nosso cachorro uma limpeza profissional da boca, além de lhe administrar um tratamento antibiótico.
  • Esta série de problemas dentais nos animais podem derivar em infecções graves com risco de morte e inclusive podem derivar em problemas cardíacos, renais, intestinais e hepáticos.
Dicas para tirar o tártaro em cães - Quais as consequências do tártaro nos cães?

Prevenir o tártaro em cães

Como no caso das pessoas, nos nossos companheiros caninos também podemos prevenir o tártaro e suas consequências. Como? Tal como acontece com a nossa boca, seguindo algumas regras de higiene bucais.

É importante que tente prevenir este problema, desta forma evitará ao seu cachorro um período de dor, inflamação e sangramento das gengivas, mau hálito e dificuldade para poder comer e brincar com seus brinquedos favoritos.

Podemos prevenir o tártaro com:

  • Uma escovação diária dos dentes do nosso cão. É muito importante habituá-los desde filhotes para facilitar o processo e escolher um tipo de escova e pasta dentífrica adequados para cada cachorro.
  • Alguns brinquedos, ossos, biscoitos e rações especiais que podem mastigas e, manter assim a boca limpa durante mais tempo. Estes prêmios em forma de ossos, ração, biscoitos, barrinhas, tiras e brinquedos, são compostos por elementos abrasivos para a placa bacteriana que ajudam a eliminar o tártaro da superfície dos dentes.
  • Uma boa saúde física ajudará sempre a prevenir possíveis infecções. Conseguirá esta boa saúde física à base de uma alimentação adequada e exercício físico.

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No caso de não poder prevenir o tártaro e que este apareça ainda assim, ainda podemos prevenir a doença periodontal. Quando detectar que há acumulação de tártaro impossível de eliminar com uma escovação normal, deverá consultar o seu veterinário para lhe realizar uma limpeza à boca do nosso animal de estimação. No caso de já estar sofrendo com a doença periodontal, o nosso animal de estimação também passará por este processo de limpeza bucal para poder resolver esta doença.

Esta limpeza nos animais deve ser realizar sempre com anestesia geral com um anestesista, um auxiliar veterinário e um veterinário que realize a limpeza de boca profissional. Com este processo o tártaro será eliminado com um instrumento especial como o ultra-som, que quebra o tártaro sem lesionar o esmalte dental.

Em casos de doença periodontal avançada costumam-se perder-se peças dentais com o processo de limpeza dental, mas não pela ação de limpeza nos dentes, mas sim porque costumam ser peças que já se tinham separado do maxilar ou da mandíbula, mas devido ao excesso de tártaro ficarão coladas ao invés de cair. Como estas peças já não são funcionais e ficam retidas, podem provocar a formação de abcessos e infecções.

Também é muito importante como prevenção, que se observarmos algum dos seguintes sinais no nosso companheiro peludo o levemos ao veterinário:

  • Arranhe a cara ou a boca e não consegue ver nada que o posso estar incomodando.
  • Mau hálito excessivo. É importante saber que a halitose não é causada apenas pelo tártaro e pela doença periodontal. Será fundamental consultar o veterinário para descartar outras possíveis doenças como a diabetes, problemas renais ou a parasitose entre outros.
  • Deixa de comer ou muda os seus hábitos na hora de comer e mastigas.
  • Salivação abundante.
  • Perda de dentes sem dar conta.
  • Depressão: falta de vontade de passear, brincar, comer, etc.
  • Má qualidade dos dentes com descoloração ou quebra destes.
  • Tártaro ao longo da borda da gengiva.
  • Gengivas inflamadas, vermelhas e a sangrar.
  • Altos ou pólipos dentro da boca.
  • Altos debaixo dos olhos, onde começa o focinho.
Dicas para tirar o tártaro em cães - Prevenir o tártaro em cães

Conselhos para prevenir e eliminar o tártaro do seu cachorro

  • Corrija os maus hábitos alimentares do seu cão que possam favorecer a formação do tártaro. A principal causa da formação de tártaro é o excesso de comida caseira e de comida mole como os patês. Este tipo de comidas ficam muito facilmente nos dentes e nas gengivas. Por isso, o mais indicado para cuidar da boca é o alimento seco ou ração que arranha a superfície do dente em cada mordida ajudando a limpá-los e a deixar muito menos resíduos.
  • Ajude o seu cachorro a habituar-se à escovação diária dos dentes desde filhote. O ideal é fazê-lo diariamente, mas está demonstrado que com um mínimo de três vezes por semana a maioria dos cachorros consegue prevenir o tártaro.

De seguida, contamos-lhe o processo mais simples para conseguir habituar o seu cachorro à escovação dental:

Desde pequeno passe-lhe todos os dias uma gaze esterilizada enrolada no seu dedo pela superfície dos dentes com um pouco de água. Mais para a frente comece a mostrar-lhe a escova para que se comece a familiarizar com ela. De seguida, já poderá começar a usar a escova ao invés da gaze esterilizada e poderá utilizar pasta de dentes especial para cachorros. Visto que eles a engolem deve ser especial para eles e nunca lhe deverá dar a de humanos (deve evitar sobretudo o flúor que é tóxico para eles), assim evitaremos muitos problemas entre eles as úlceras no estômago.

Além disso, existem diferentes sabores de pastas de dentes especiais para eles, o que facilitará a limpeza da boca oferecendo-lhe um sabor que goste. Ao invés da pasta de dentes pode-se utilizar Clorexidina à venda em clínicas veterinárias e em algumas lojas especializadas. A Clorexidina é equivalente ao nosso enxaguante bucal que limpa, desinfeta e amolece os primeiros cálculos do tártaro e, assim podemos retirá-los mais facilmente com a escova. Pode ser que no início o seu cachorro não goste muito da escovação dos dentes e que até lhe custe, mas tenha paciência pois eventualmente ele irá se habitual. É recomendável que no início faça escovações mais curtas e pouco a pouco vá aumentando o tempo.

  • Compre ou crie brinquedos e prêmios especiais que, além de divertir o seu animal de estimação lhe ajudem a manter a saúde da sua boca. Por exemplo, no caso dos brinquedos são muito práticos os feitos com cordas. Os cachorros ao mordê-los limpam os dentes do mesmo modo que quando nós passamos o fio dental. Além disso, o seu cachorro também gostará dos biscoitos e outros tipos de prêmios que tenham componentes especiais para o cuidado da boca.
  • A limpeza da boca profissional muitas vezes acaba sendo necessário apesar de uma correta higiene bucal. Como explicamos anteriormente a única diferença da limpeza que o nosso dentista nos faz é a anestesia geral, que se torna imprescindível para os nossos companheiros peludos uma vez que estes não vão ficar quietos com a boca aberta e, assim evitamos possíveis danos e medos completamente desnecessários.
  • Aproveite as anestesias gerais. Como nunca gostamos, como é óbvio, de submeter os nossos companheiros peludos às anestesias gerais que nos podem parecer desnecessárias, recomendamos que as limpezas de profissionais se tentam fazer ao mesmo tempo que alguma cirurgia necessário. Por exemplo, sempre que o veterinário não vir sérias contraindicações, se pensarmos em esterilizar o nosso cão podemos aproveitar a mesma anestesia para cuidar da higiene dental.
Dicas para tirar o tártaro em cães - Conselhos para prevenir e eliminar o tártaro do seu cachorro